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07.03.2016 - Em vídeo, embaixadora da ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga, defende direitos das mulheres e lança desafio #trocopresenteporigualdade para o Dia Internacional da Mulher


Em mensagem em vídeo, atriz convida cidadãs, cidadãos,  poder público e empresas  a construirem e assegurarem a igualdade de direitos e de oportunidades para as mulheres brasileiras

Saiba mais sobre a iniciativa global “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”

Compartilhe as tags: #TrocoPresentePorIgualdade e #Planeta5050

 

Em  vídeo, embaixadora da ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga, defende direitos das mulheres e lança desafio #trocopresenteporigualdade para o Dia Internacional da Mulher/

Como Embaixadora da ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga apoia o mandato da entidade pelos direitos das mulheres Foto: Bruno Spada/ONU Mulheres

 

Dia Internacional da Mulher com consciência, respeito, equidade salarial, fim da violência e fim do racismo. Estes são os pedidos que a embaixadora da ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga, faz em favor dos direitos das mulheres brasileiras, da igualdade de gênero e do empoderamento as mulheres durante todos os dias do ano. 

Em mensagem em vídeo, a atriz conclama a igualdade de oportunidades e os direitos iguais como homenagem a todas as brasileiras, propondo a hastag #trocopresenteporigualdade “Você, homem, mulher, governo, sociedade, é capaz de dar este presente? Reconhecer que temos os mesmos direitos? Que este dia te estimule a repensar”, propõe a atriz.

A mensagem da embaixadora da ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga, se soma à campanha global da entidade no Dia Internacional da Mulher em torno da iniciativa “Por um planeta 50-50: um passo decisivo pela igualdade de gênero” em apoio à Agenda 2030 da ONU por meio dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Para a representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, a igualdade de gênero somente acontecerá se forem eliminadas todas as formas de discriminação contra as mulheres. “Temos de quebrar o ciclo perverso da violação de direitos das mulheres. Isso implica mudanças concretas e diárias dentro de casa, na maneira como as pessoas vivem, nas estratégias e nos investimentos em políticas públicas, no avanço de leis que garantam os direitos das mulheres, na responsabilidade de empresas para enfrentar barreiras que ainda impedem salário igual e mais poder para as mulheres desenvolverem suas carreiras”.

Paridade de gênero – “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero” é uma iniciativa da ONU Mulheres para que os governos assumam compromissos nacionais para enfrentar os desafios que estão impedem mulheres e meninas de alcançar seu pleno potencial.

Planeta 50-50 surgiu, em março de 2015, como proposta da ONU Mulheres de acelerar os compromissos em prol do empoderamento de mulheres e meninas. A iniciativa está vinculada à Agenda 2030 das Nações Unidas, a ser implementada pelo cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que fornece um roteiro abrangente por meio de 17 objetivos globais e 169 metas, para o futuro das pessoas e do planeta.

Dentre as ações do Planeta 50-50, salientam-se novas leis e o fortalecimento de direitos conquistados pelas mulheres. Outras ações podem incluir a criação de programas para erradicar a violência contra mulheres e meninas, incentivando a participação das mulheres na tomada de decisão, investir em planos de ação nacionais ou políticas para a igualdade de gênero, criando campanhas de educação pública para promover a igualdade de gênero.

Compromissos do Brasil – O Brasil foi um dos primeiros países a aderir à iniciativa Planeta 50-50 por meio da sanção da tifipificação do crime de feminicídio, em março de 2015. São outros compromissos do país registrados na plataforma global: garantia de que todas as mulheres em situação de violência encontrar proteção e apoio no programa Mulher, Viver sem Violência; cuidados de saúde materna e assistência às meninas; plano para os cuidados prestados às vítimas de violência sexual por parte de profissionais de segurança pública e de saúde; grupo de trabalho sobre a saúde para as mulheres com deficiência; licença-maternidade para mulheres militares; permissão de registro do nascimento de filhas e filhos sem a presença do pai.

Em setembro de 2015, durante a Reunião dos Líderes Globais, na Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável a presidenta Dilma Rousseff reiterou a sua responsabilidade com as mulheres brasileiras. “Eu lhes trago uma mensagem de compromisso inabalável e firme para implementação da Plataforma de Ação de Pequim.