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PEQUIM+20: EMPODERAR MULHERES, EMPODERAR A HUMANIDADE. IMAGINE!

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“Todos nós temos a responsabilidade de promover a implementação integral da Plataforma de Ação de Pequim, porque cada vez que uma mulher ou uma menina é retida pela violência ou discriminação, toda a humanidade sai perdendo.”

Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres

 

A PLATAFORMA DE AÇÃO DE PEQUIM: INSPIRAÇÃO ONTEM E HOJE

 Um total sem precedentes de 17.000 participantes e 30.000 ativistas marcaram presença em Pequim para a abertura da Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres, em setembro de 1995. Eram participantes de todos os cantos do mundo que tinham um objetivo comum: a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres em todos os lugares.

A abertura foi seguida de duas semanas de intensos debates políticos, ao passo que representantes de 189 governos elaboraram compromissos históricos. Trinta mil ativistas participaram de um fórum paralelo que aumentou a pressão sobre os governos. O resultado da conferência foi um documento chamado “Declaração e Plataforma de Ação de Pequim”, o plano mais progressivo que já havia existido para o avanço dos direitos das mulheres.

Como um modelo definitivo de mudança, a Plataforma de Ação estabeleceu compromissos abrangentes sob 12 áreas críticas de atuação. Mesmo agora, 20 anos mais tarde, ela continua sendo uma poderosa fonte de orientação e inspiração. A Plataforma projeta um mundo em que cada mulher e cada menina pode exercer sua liberdade e escolhas e realizar todos os seus direitos, como por exemplo, viver livre da violência, ir à escola, participar da tomada de decisões e ganhar salários iguais para trabalhos iguais.

Hoje, apesar de todo o progresso considerável, a igualdade de gênero projetada pela plataforma é ainda uma agenda inacabada. Mulheres ganham menos que os homens e estão mais sujeitas a ter empregos de baixa-qualidade. Um terço das mulheres sofre violência física ou sexual em suas vidas. Brechas nos direitos reprodutivos e assistência médica são responsáveis pela morte diária de 800 mulheres durante o parto.

O vigésimo aniversário da Plataforma de Pequim abre novas oportunidades para reconectar, reformar o compromisso, cobrar a ação política e mobilizar o público. Todos têm um papel para exercer — para o nosso próprio bem.

 

Áreas de trabalho:

1. Mulheres e pobreza

2. Educação e capacitação das mulheres

3. Mulheres e saúde

4. Violência contra as mulheres

5. Mulheres e conflitos armados

6. Mulheres e economia

7. Mulheres no poder e na liderança

8. Mecanismos institucionais para o avanço das mulheres

9. Direitos humanos das mulheres

10. Mulheres e a mídia

11. Mulheres e meio ambiente

12. Direitos das meninas

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