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27.04.2015 - ONU Mulheres faz hoje (27/4) lançamento mundial do relatório “Progresso das Mulheres no Mundo: Transformar as economias para realizar odireitos”


DOCUMENTO EMBARGADO ATÉ AS 12H DE BRASÍLIA (10h da Cidade do México)

Apresentação simultânea será feita, na próxima segunda-feira (27/4), em Alexandria, Bangkok, Cidade do México, Londres, Nairóbi, Nova Iorque e Sidney. Na América Latina e Caribe, relatório será conduzido pela diretora regional da ONU Mulheres, Luiza Carvalho. Na Cidade do México, evento terá transmissão ao vivo em http://cinu.mx/webcast/ a partir das 12h de Brasília (10h da Cidade do México) 

Direitos econômicos e sociais das mulheres – entre eles trabalho decente, saúde no trabalho, apoio na tarefa de cuidados de outras pessoas e segurança na velhice. Esses são temas abordados no relatório mundial “Progresso das Mulheres no Mundo 2015-2016: Transformar as economias para realizar direitos”, elaborado pela ONU Mulheres. O documento aponta que frequentemente os direitos econômicos e sociais das mulheres são limitados porque elas são forçadas a viver em “um mundo de homens”. Contudo, é possível avançar esse status quo e vislumbrar um mundo em que as economias sejam construídas levando em consideração os direitos das mulheres.

O Brasil é um dos países em destaque no relatório global da ONU Mulheres devido ao seu papel na geração de trabalho decente para as mulheres. O Progresso das Mulheres no Mundo 2015-2016 está sendo publicado num momento em que a comunidade global se reúne para definir a agenda pós-2015, coincidindo com o 20º aniversário da Quarta Conferência Mundial sobre a Mulher, ocorrida em Pequim, na qual se definiu uma agenda internacional para fazer avançar a igualdade de gênero.

O relatório reconhece o período atual como uma era com riquezas sem precedentes, porém, indica que as mulheres ocupam os empregos com menores remunerações e baixa qualidade e continuam a ser alvo das condições mais precárias de saúde, acesso à água e saneamento. As mulheres ainda são responsáveis pela carga excessiva de trabalho de cuidados (trabalho doméstico não remunerado referente aos cuidados com filhas e filhos, pessoas idosas e doentes e com a administração do lar), algo que as políticas de austeridade e os cortes orçamentários têm intensificado.

O “Progresso das Mulheres no Mundo 2015-2016: Transformar as economias para realizar  direitos” alia direitos humanos com políticas econômicas e elenca elementos-chave para uma agenda política inovadora que transforme as economias e permita o alcance dos direitos das mulheres”.