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Apoiadoras públicas >> Camila Pitanga (embaixadora) | Kenia Maria e Taís Araújo (defensoras dos Direitos das Mulheres Negras) | Juliana Paes (defensora para a Prevenção e a Eliminação da Violência contra as Mulheres)

 Conheça as campanhas da ONU Mulheres e assista aos vídeos no canal da ONU Mulheres Brasil no youtube.

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2017 >> Globo: Dia Internacional das Mulheres

Mulheres e homens com direitos iguais, deveres iguais, oportunidades iguais. Divisão de tarefas de cuidado. Cargos iguais. Salários iguais. Respeito às diferenças. E não às desigualdades.

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Com essas mensagens, a vinheta criada pelo Grupo Globo, assinada em parceria com a ONU Mulheres Brasil e o Fundo Elas, defende o empoderamento das mulheres e a igualdade de gênero, recriando espaços de encontro entre mulheres e homens no contexto de igualdade que precisa fazer parte do dia a dia de brasileiras e brasileiros.

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2017 >> Dia Internacional das Mulheres: redes sociais ativistas e celebridades ciranda virtual Planeta 50-50

No #8M, mulheres negras, indígenas, brancas, lésbicas, jovens, rurais, com deficiência, trabalhadoras domésticas, trabalhadoras de empresas, políticas e artistas são as indutoras iniciais da ciranda virtual “Por um planeta 50-50 em 2030: um passo decisivo pela igualdade de gênero”, iniciativa global da ONU Mulheres em apoio à Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável

Clique aqui para ver o álbum “No#8M, marque uma mulher que faz um #Planeta5050″

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A ciranda virtual Planeta 50-50 se iniciou com a embaixadora da ONU Mulheres Brasil, Camila Pitanga, num ciclo inclusivo de um conjunto de militantes dos movimentos sociais: Lúcia Xavier (Articulação de ONGs Mulheres Negras Brasileiras), Sônia Guajajara (Acampamento Terra Livre e Associação dos Povos Indígenas do Brasil), Schuma Schumaher (Articulação de Mulheres Brasileiras), Creuza Oliveira (Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas), Alessandra Lunas (Confederação das Trabalhadoras e Trabalhadores na Agricultura/Marcha das Margaridas), Heliana Hemetério (Liga Brasileira de Lésbicas), Adriana Dias (Comitê Deficiência e Acessibilidade da Associação Brasileira de Antropologia), Margaret Groff (Itaipu Binacional, Prêmio WEPs Brasil e Rede de Mulheres Executivas do Pará), a deputada federal Benedita da Silva e a jovem jornalista Juliana Gonçalves (Marcha das Mulheres Negras contra o Racismo e a Violência e pelo Bem Viver). A representante da ONU Mulheres Brasil, Nadine Gasman, e as atrizes Juliana Paes, defensora para a Prevenção e a Eliminação da Violência contra as Mulheres da ONU Mulheres, Taís Araújo, Jéssica Ellen, Paola Oliveira e Renata Ceribelli completam o grupo inicial da ciranda Planeta 50-50.

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2017 >> Redes sociais: Carnaval sem Violência contra as Mulheres
No carnaval 2017, a ONU Mulheres apoiou as campanhas da Secretaria de Políticas para as Mulheres e a ação do Catarse, para carnaval sem violência contra as mulheres na cidade de São Paulo.

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2017 >> Redes sociais: Volta às Aulas sem Machismo
Promover a educação para a igualdade de gênero e os direitos humanos e assegurar as condições adequadas para a garantia de ambientes de aprendizagem seguros e não violentos, inclusivos e eficazes são práticas determinantes para enfrentar as desigualdades de gênero, raça e etnia no Brasil. Na volta às aulas de 2017, a ONU Mulheres fez campanha para divulgação dos planos de aula e currículos, desenvolvidos pela iniciativa O Valente não é Violento.. A ação digital foi feita pro bono pela agência Propeg.

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Conteúdo disponível em: Inventário | Currículo | Plano de aula 1 | Plano de aula 2 | Plano de aula 3 | Plano de aula 4 | Plano de aula 5 | Plano de aula 6

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2016 >> Globo: Direitos de cidadania

Racismo. Violência. Assédio. Homofobia. Machismo. Em tempos como esse, é preciso mobilizar a sociedade para o fortalecimento de uma cultura que não apenas tolere, mas respeite direitos. Em parceria com a ONU Mulheres, UNESCO, UNICEF e UNAIDS, a Globo lançou plataforma ‘Tudo começa pelo Respeito’, em 2016, um esforço para ampliar a discussão sobre os direitos de mulheres, idosos, LGBTs, negros e negras, deficientes, religiosos, soropositivos e públicos vulneráveis à discriminação e ao preconceito. Por meio da união de esforços e de iniciativas conjugadas com organizações de referência no campo da defesa de direitos, a Globo quer sensibilizar a sociedade sobre a importância da tolerância e do respeito para o bem comum. A ideia é ganhar espaço nas conversas em casa, no trabalho, na hora do lazer, em todos os momentos e lugares em que haja espaço para a reflexão. E, principalmente, incentivar o primeiro passo para uma mudança de atitude.

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Assista ao vídeo >> Playlist Campanhas Prevenção e Eliminação da Violência contra as Mulheres

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2016 >> Redes sociais: celebridades

Os 100 anos do samba e o alerta para a prevenção da violência contra as mulheres dão o tom da campanha #MeuNúmeroÉ180, inspirada pelo clássico Pelo Telefone, de Donga. Realizada pela Panda Abergine, com o apoio da ONU Mulheres e da campanha do Secretário-Geral da ONU “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres”, a iniciativa visou incentivar a busca por serviços públicos especializados de atenção às vítimas por meio da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do Ministério de Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos.

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Assista ao vídeo >> Playlist Campanhas Prevenção e Eliminação da Violência contra as Mulheres

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2016 >> Globo #16Dias

Nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres de 2015, o Grupo Globo e a ONU Mulheres lançaram campanha, ressaltando a importância da denúncia das agressões. Aponta como a violência ocorre por meio de cenas comuns a todos os lares, como uma beira de escada, um banheiro com a porta entreaberta e a ponta de um tapete no chão. Em off, uma locução revela que as imagens fazem referência às desculpas utilizadas, por muitas mulheres, para esconder as violências que sofrem. O filme termina com um apelo, “Quando uma mulher é agredida, toda sociedade é agredida também”, para que agredidos e testemunhas não se omitam, denunciem por meio do telefone 180, e entendam que esta atitude pode salvar vidas. O anúncio da campanha foi feito pelo Jornal Hoje.

Campanhas/Playlist Campanhas Prevenção e Eliminação da Violência contra as Mulheres

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2016 >>Globo, GNT, revistas e redes sociais: ElesPorElas – HeForShe
Produzida pela agência Heads Propaganda, a nova campanha do movimento ElesPorElas (HeForShe) tem o objetivo de chamar o público para aderir ao movimento HeForShe pela igualdade de gênero. Camila Pitanga, Mateus Solano, Sheron Menezzes, Bruno Gagliasso, Marcelo D2, Preta Gil, Lea T, Amanda Nunes, Anselmo Vasconcelos e Erico Brás participam da campanha.

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Acesse os vídeos >> Camila Pitanga | Lea T | Preta Gil | Sheron Menezzes | Anselmo Vasconcelos

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2016>> GNT e redes sociais: Rio 2016 sem violência contra as mulheres
Por ocasião dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos 2016, ONU Mulheres fez campanhas nas redes sociais: “Jogo limpo é sem violência contra as mulheres”. As peças foram criadas pela agência Propeg na modalidade pro bono.

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Assista aos vídeos >> Cartão vermelho | Leva na esportiva | Regras básicas |

Nas redes sociais, a ONU Mulheres também fez campanha para destacar as conquistas das atletas na Rio 2016. A criação foi feita pro bono pela agência Propeg.

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2016 >> Redes sociais: empoderamento de meninas pelo esporte
Durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, a ONU Mulheres fez campanha nas redes sociais em favor do empoderamento de meninas pelo esporte, divulgando o projeto Uma Vitória Leva à Outra.

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2015 >> GNT: ElesPorElas (HeForShe)

Dentro do pacote de ações, houve chamadas que irão ao ar nos intervalos da programação do GNT e dos canais Globosat com Astrid Fontenelle, Bela Gil, Marcelo Tas e Rodrigo Hilbert. Os vídeos foram ilustrados também com cenas de crianças e adolescentes em situações do cotidiano que apontam claramente a desigualdade de gênero.

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Assista aos vídeos >> Bela Gil e Marcelo Tas | Astrid Fontenele e Rodrigo Hilbet |
Acesse o site do GNT dedicado a ElesPorElas > gnt.globo.com/especiais/eles-por-elas/

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2015 >> Globo:  Carnaval

Ter pegada não é faltar com o respeito: o fluxograma da paquera traçou os caminhos do relacionamento entre mulheres e homens, com cantadas sugestivas e dicas para eles sobre como quebrar o gelo com a gata. No fluxograma, também foram indicadas as recusas das mulheres e esses sinais devem ser respeitados pelos homens sem uso de práticas agressivas. É o “bloco que segue”, fim da paquera sem investidas agressivas. No desfecho positivo, o amor de carnaval prevalece com a mensagem “Neste carnaval, perca a vergonha, mas não perca o respeito”.

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Assista ao vídeo >> Playlist Campanhas Prevenção e Eliminação da Violência contra as Mulheres

Chega melhor, quem chega direito: esta peça aponta os limites da paquera para o homem, enquanto para a mulher incentiva o reconhecimento da abordagem agressiva, constrangimento ou violência e orientação para a denúncia por meio do Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR), e do comando “Neste carnaval, perca a vergonha. Denuncie. Ligue 180”. Na saída positiva, é estimulado o uso do preservativo na mensagem “Neste carnaval, perca a vergonha. Proteja-se. Use camisinha”.

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Assista ao vídeo >> Playlist Campanhas Prevenção e Eliminação da Violência contra as Mulheres

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 2011 >> Redes sociais: Jogos Mundiais Militares Atletas pelo fim da violência contra as mulheres

A campanha “UNA-SE pelo fim da violência contra mulheres”, iniciada pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi desenvolvida nos 5º Jogos Mundiais Militares, em 2011, no Rio de Janeiro (RJ). Placas com o slogan da campanha foram afixadas em diferentes locais de realização das competições, como o Engenhão, o Parque Maria Lenk, o Maracanazinho e o Estádio de São Januário. Uma equipe de voluntários ficou encarregada, também, de distribuir mochilas, fitas de pulso e folhetos da campanha.

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Assista ao vídeo >> Playlist Atletas Pelo Fim da Violência contra as Mulheres

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2008 >> Campanha do Secretário-Geral da ONU Una-se pelo Fim da Violência contra as Mulheres - Criada em 2008 pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e alçada como uma das suas prioridades do seu mandato, a eliminação da violência contra mulheres e meninas está centrada no direito das mulheres e meninas de viverem livres da violência. Desde então, a iniciativa tem mobilizado governos, sociedade civil, setor corporativo, atletas, artistas, mulheres, homens e jovens em todo o mundo.

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O Brasil foi o o primeiro país a responder à campanha global, liderada pelo secretário-geral da ONU, por meio da iniciativa assinaturas de homens brasileiros coletadas pela campanha “Homens Unidos pelo Fim da Violência contra as Mulheres”. De 2008 a 2009, foram coletadas mais de 50 mil assinaturas pela internet numa demonstração do compromisso público de líderes políticos, atletas, artistas e milhares de anônimos com a implementação integral da Lei Maria da Penha e a efetivação de políticas públicas voltadas para a eliminação da violência contra as mulheres.

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Outras informações:
Assessoria de Comunicação – 61 3038.9140 | 98175.6315
www.onumulheres.org.br | onumulheres@unwomen.org
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