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"RMRP 2020 - FOR REFUGEES AND MIGRANTS (Inglês)"

2019 Response for Venezuelans (R4V) Ação Humanitária

Em outubro de 2019, mais de 4,5 milhões de refugiados, refugiadas, e migrantes da Venezuela estavam fora de seu país de origem, com 3,7 milhões somente na região. Segundo as tendências atuais, estima-se que o número de refugiados, refugiadas, e migrantes da Venezuela incluídos nos números oficiais do governo em países da América Latina e do Caribe chegará a 5,5 milhões até o final de 2020. Neste contexto, este RMRP 2020 é o resultado de um planejamento de campo, reunindo 137 organizações interessadas, em consulta com governos anfitriões, socied...Leia mais >>>
Em outubro de 2019, mais de 4,5 milhões de refugiados, refugiadas, e migrantes da Venezuela estavam fora de seu país de origem, com 3,7 milhões somente na região. Segundo as tendências atuais, estima-se que o número de refugiados, refugiadas, e migrantes da Venezuela incluídos nos números oficiais do governo em países da América Latina e do Caribe chegará a 5,5 milhões até o final de 2020. Neste contexto, este RMRP 2020 é o resultado de um planejamento de campo, reunindo 137 organizações interessadas, em consulta com governos anfitriões, sociedade civil e instituições religiosas, comunidades locais, doadores, assim como os próprios refugiados, refugiadas e migrantes com o objetivo comum de atender às necessidades humanitárias, de proteção e integração socioeconômica dos refugiados, refugiadas e migrantes da Venezuela.
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Liderança, empoderamento, acesso e proteção (LEAP) para mulheres e meninas migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil

2019 ONU Mulheres Ação Humanitária

"Em 2019, com contribuição do Programa Conjunto LEAP, a resposta nacional ao fluxo migratório venezuelano tornou-se mais inclusiva quanto ao gênero e mais responsiva às necessidades diferenciadas de mulheres e meninas, homens e meninos. A Plataforma de Coordenação para Refugiados e Migrantes da Venezuela (R4V) tem apoiado a experiência dos recortes sobre gênero para analisar, aconselhar e coordenar esforços que promovam a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres na resposta humanitária. Durante o período do relatório, 8.367 mulheres m...Leia mais >>>
"Em 2019, com contribuição do Programa Conjunto LEAP, a resposta nacional ao fluxo migratório venezuelano tornou-se mais inclusiva quanto ao gênero e mais responsiva às necessidades diferenciadas de mulheres e meninas, homens e meninos. A Plataforma de Coordenação para Refugiados e Migrantes da Venezuela (R4V) tem apoiado a experiência dos recortes sobre gênero para analisar, aconselhar e coordenar esforços que promovam a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres na resposta humanitária. Durante o período do relatório, 8.367 mulheres migrantes e refugiadas venezuelanas receberam acesso a mecanismos de proteção e apoio, incluindo gestão de casos de violência baseada em gênero (VBG) e outras violações de direitos humanos, e vias de encaminhamento para serviços governamentais e não governamentais. O programa também facilitou fluxos a iniciativas de empoderamento econômico para 1.706 mulheres, e 1.351 mulheres aumentaram suas capacidades e receberam oportunidades de se envolver com atores humanitários e do poder público para moldar sua resposta humanitária através de avaliação, planejamento e implementação de iniciativas e estratégias. "
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Cartilha da Publicidade Sem Estereótipos - Um guia para criar comunicações com modelos de gênero mais evoluídos

2019 Aliança Sem Esteriótipos e ONU Mulheres Brasil Empoderamento Econômico

"A Unstereotype Alliance é uma iniciativa setorial convocada em 2017 pela ONU Mulheres globalmente com o objetivo de acabar com estereótipos de gênero prejudiciais na comunicação. É uma plataforma de discussão e ação que usa a comunicação como uma força para impulsionar mudanças positivas. Ela procura erradicar estereótipos de gênero nocivos. A Aliança se concentra no empoderamento de mulheres em toda a sua diversidade (raça, classe, idade, capacidades, etnia, religião, sexualidade, língua, educação etc.) e enfrentando a masculinidade tóxica pa...Leia mais >>>
"A Unstereotype Alliance é uma iniciativa setorial convocada em 2017 pela ONU Mulheres globalmente com o objetivo de acabar com estereótipos de gênero prejudiciais na comunicação. É uma plataforma de discussão e ação que usa a comunicação como uma força para impulsionar mudanças positivas. Ela procura erradicar estereótipos de gênero nocivos. A Aliança se concentra no empoderamento de mulheres em toda a sua diversidade (raça, classe, idade, capacidades, etnia, religião, sexualidade, língua, educação etc.) e enfrentando a masculinidade tóxica para ajudar a criar um mundo igualitário."
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A JORNADA DAS MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO

2019 Great Place to Work Empoderamento Econômico

Foi em 2016 que surgiu a conversa que daria origem a um novo ranking da consultoria Great Place to Work. Um ranking cujo foco deveria ser a mulher no mercado de trabalho, sua ascensão a cargos de liderança e a análise de práticas das empresas, com o intuito de promover a equidade de gênero dentro do mundo corporativo. Em parceria com a ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, que acabara de lançar o Movimento HeForShe, desenvolvemos o primeiro questionário para identificar as Melhores E...Leia mais >>>
Foi em 2016 que surgiu a conversa que daria origem a um novo ranking da consultoria Great Place to Work. Um ranking cujo foco deveria ser a mulher no mercado de trabalho, sua ascensão a cargos de liderança e a análise de práticas das empresas, com o intuito de promover a equidade de gênero dentro do mundo corporativo. Em parceria com a ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, que acabara de lançar o Movimento HeForShe, desenvolvemos o primeiro questionário para identificar as Melhores Empresas para a Mulher Trabalhar no Brasil, que se tornou um ranking pioneiro e ainda único no país.
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Pauta Nacional das Mulheres Indígenas

2018 ONU Mulheres Brasil Liderança e participação política

"1- Violação dos direitos das mulheres indígenas (incluindo o fim da violência contra as mulheres, mas não limitado a este tópico) 2- Empoderamento político e participação política das mulheres indígenas 3- Direito à terra e processos de retomada 4- Direito à saúde, educação e segurança 5- Direito á tradição, cultura e diálogos intergeracionais 6- Direitos econômicos das mulheres indígenas 7- Comunicação e processos de conhecimento 8- Processos de resistência 9- Sustentabilidade e financiamento 10- Formulação de uma estratégia de inci...Leia mais >>>
"1- Violação dos direitos das mulheres indígenas (incluindo o fim da violência contra as mulheres, mas não limitado a este tópico) 2- Empoderamento político e participação política das mulheres indígenas 3- Direito à terra e processos de retomada 4- Direito à saúde, educação e segurança 5- Direito á tradição, cultura e diálogos intergeracionais 6- Direitos econômicos das mulheres indígenas 7- Comunicação e processos de conhecimento 8- Processos de resistência 9- Sustentabilidade e financiamento 10- Formulação de uma estratégia de incidência política nacional e internacional para os direitos dos povos indígenas liderada pelas mulheres indígenas"
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Marco Normativo Democracia Paritária

2018 ONU Mulheres, Parlamento Latinoamericano e Caribeño Liderança e participação política

Desde a adoção da Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW, de acordo com sua sigla em inglês) de 1979, a IV Conferencia Mundial da Mulher, celebrada em Beijing, China, em 1995, a adoção dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, cujo objetivo 3 propunha promover a igualdade entre os sexos e o empoderamento da mulher, os países da América Latina e do Caribe, alcançaram progressos fundamentais para garantir os direitos das mulheres e avançar rumo á igualdade de gênero na esfera político-eleitoral....Leia mais >>>
Desde a adoção da Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW, de acordo com sua sigla em inglês) de 1979, a IV Conferencia Mundial da Mulher, celebrada em Beijing, China, em 1995, a adoção dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, cujo objetivo 3 propunha promover a igualdade entre os sexos e o empoderamento da mulher, os países da América Latina e do Caribe, alcançaram progressos fundamentais para garantir os direitos das mulheres e avançar rumo á igualdade de gênero na esfera político-eleitoral. Esses avanços aconteceram em um contexto marcado por profundas reformas políticas, econômicas, sociais e demográficas.
Tipo de Arquivo: PDF Tamanho: 1.046 KB Quantidade: 28 páginas

Cartilha dos Princípios de Empoderamento das Mulheres

2017 ONU Mulheres Brasil, Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas (UNGC) Empoderamento Econômico

"Assegurar a perspectiva de gênero em políticas e operações existentes, assim como gerar novas políticas e estratégias para a igualdade de gênero, requer técnicas, ferramentas e práticas. O Pacto Global das Nações Unidas (UNGC) e a ONU Mulheres elaboraram, em um processo consultivo internacional que incluiu várias partes interessadas, uma perspectiva de gênero por meio da qual os negócios podem investigar e analisar as atuais iniciativas, metas e práticas de elaboração de relatórios. Baseados em práticas empresariais reais, os Princípios ajudam...Leia mais >>>
"Assegurar a perspectiva de gênero em políticas e operações existentes, assim como gerar novas políticas e estratégias para a igualdade de gênero, requer técnicas, ferramentas e práticas. O Pacto Global das Nações Unidas (UNGC) e a ONU Mulheres elaboraram, em um processo consultivo internacional que incluiu várias partes interessadas, uma perspectiva de gênero por meio da qual os negócios podem investigar e analisar as atuais iniciativas, metas e práticas de elaboração de relatórios. Baseados em práticas empresariais reais, os Princípios ajudam as empresas a adaptar as políticas e práticas existentes ou a estabelecer outras novas para concretizar o empoderamento das mulheres. Os Princípios também consideram os interesses dos governos e da sociedade civil e apoiam as interações com as partes interessadas, uma vez que alcançar a igualdade de gênero requer a participação de todos e todas. Enquanto líder na igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, a ONU Mulheres traz mais de três décadas de experiência para esse esforço. Já o Pacto Global das Nações Unidas e? a maior iniciativa mundial de cidadania corporativa, contando com a participação de mais de 12.000 signatários sendo 8.000 empresas em mais de 170 países."
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Vamos conversar? Cartilha para o Enfrentamento à Violência contra as Mulheres

2016 Secretaria Adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, Ministério Público, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e ONU Mulheres Brasil Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

A Secretaria Adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e a ONU Mulheres Brasil lançaram, no Dia Internacional da Mulher de 2016, a cartilha “Vamos conversar?” para enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres. Com criação de arte da designer feminista Carol Rossetti e apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos, a publicação é resultado de um trabalho coletivo para a divulgação de informações sobre o fenô...Leia mais >>>
A Secretaria Adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e a ONU Mulheres Brasil lançaram, no Dia Internacional da Mulher de 2016, a cartilha “Vamos conversar?” para enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres. Com criação de arte da designer feminista Carol Rossetti e apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos, a publicação é resultado de um trabalho coletivo para a divulgação de informações sobre o fenômeno da violência doméstica e familiar contra as mulheres, a Lei Maria da Penha e e está voltada à garantia de direitos das mulheres.
Tipo de Arquivo: PDF Tamanho: 13.6 MB Quantidade: 125 páginas

Diretrizes Nacionais Feminicídio – Investigar, processar e julgar com perspectiva de gênero as mortes violentas de mulheres

2016 ONU Mulheres Brasil, Secretaria de Políticas para Mulheres do Ministério da Mulher, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

"O documento Diretrizes Nacionais para investigar, processar e julgar com perspectiva de gênero as mortes violentas de mulheres (feminicídio) é resultado do processo de adaptação do Modelo de Protocolo latino-americano para investigação das mortes violentas de mulheres por razões de gênero (femicidio/feminicidio) realidade social, cultural, política e jurídica no Brasil. O Modelo de Protocolo foi elaborado pelo Escritório Regional do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), em colaboração com a Entidade das Nações ...Leia mais >>>
"O documento Diretrizes Nacionais para investigar, processar e julgar com perspectiva de gênero as mortes violentas de mulheres (feminicídio) é resultado do processo de adaptação do Modelo de Protocolo latino-americano para investigação das mortes violentas de mulheres por razões de gênero (femicidio/feminicidio) realidade social, cultural, política e jurídica no Brasil. O Modelo de Protocolo foi elaborado pelo Escritório Regional do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), em colaboração com a Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), através de seu Escritório Regional para América Latina e Caribe, e se enquadra na Campanha do Secretário-geral .UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres. O principal objetivo do Modelo de Protocolo é proporcionar orientações e linhas de atuação para melhorar a prática dos operadores de justiça, especialistas forenses ou qualquer pessoal especializado que intervenham na cena do crime, no laboratório forense, no interrogatório de testemunhas e supostos responsáveis, na análise do caso, na formulação da acusação, ou ante os tribunais de justiça"
Tipo de Arquivo: PDF Tamanho: 986 KB Quantidade: 93 páginas

Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 maiores empresas do Brasil e suas ações afirmativas

2016 Instituto Ethos, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) Empoderamento Econômico

"Única iniciativa do gênero no Brasil e importante referencia sobre o ambiente empresarial, este trabalho busca também mapear politicas e ações afirmativas adotadas por essas organizações, com a finalidade de promover a inclusão de grupos tradicionalmente discriminados no mercado de trabalho, como mulheres, negros, pessoas com deficiência, pessoas com mais de 45 anos e o publico LGBT, valorizando a diversidade e promovendo a igualdade de oportunidades e a equidade em seu quadro de pessoal. A pesquisa quer saber ainda qual a percepção dos princi...Leia mais >>>
"Única iniciativa do gênero no Brasil e importante referencia sobre o ambiente empresarial, este trabalho busca também mapear politicas e ações afirmativas adotadas por essas organizações, com a finalidade de promover a inclusão de grupos tradicionalmente discriminados no mercado de trabalho, como mulheres, negros, pessoas com deficiência, pessoas com mais de 45 anos e o publico LGBT, valorizando a diversidade e promovendo a igualdade de oportunidades e a equidade em seu quadro de pessoal. A pesquisa quer saber ainda qual a percepção dos principais gestores a propósito da participação de alguns desses grupos em suas empresas."