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Briefing Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia Covid 19

2020 ONU Mulheres Brasil Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

"Com o objetivo de fortalecer a resposta para o enfrentamento á violência de gênero contra meninas e mulheres durante a Pandemia de COVID-19, a ONU Mulheres elaborou o presente documento com orientações e recomendações práticas para auxiliar na reorganização do atendimento remoto e presencial e garantir o acesso das mulheres às medidas cabíveis às situações de violência que estejam vivenciando. Diante desse cenário que é mundial e assume diferentes configurações locais, as Nações Unidas e outras entidades internacionais alertaram para a importâ...Leia mais >>>
"Com o objetivo de fortalecer a resposta para o enfrentamento á violência de gênero contra meninas e mulheres durante a Pandemia de COVID-19, a ONU Mulheres elaborou o presente documento com orientações e recomendações práticas para auxiliar na reorganização do atendimento remoto e presencial e garantir o acesso das mulheres às medidas cabíveis às situações de violência que estejam vivenciando. Diante desse cenário que é mundial e assume diferentes configurações locais, as Nações Unidas e outras entidades internacionais alertaram para a importância em considerar a perspectiva de gênero em todas as medidas para a contenção do novo coronavírus, lembrando que as mulheres sofrem de forma desproporcional os impactos das crises econômicas e sociais, que a estrutura patriarcal das sociedades mantêm ativa a divisão sexual do trabalho que se expressa na distribuição desigual das atividades de cuidado e organização doméstica sobre as mulheres e trazem consigo a intensificação da violência contra meninas e mulheres em ambiente doméstico e familiar"
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DIRECTORY OF ORGANIZATIONS: Regional Group on Risks, Emergencies and Disasters for Latin America and the Caribbean (Inglês)

2019 The Regional Group on Risks, Emergencies and Disasters for Latin America and the Caribbean (REDLAC) Ação Humanitária

"O Grupo Regional sobre Riscos, Emergências e Desastres para a América Latina e o Caribe (REDLAC) é uma plataforma de coordenação regional para a preparação e resposta a desastres, que surgiu como uma forma de impulsionar a compreensão e a análise conjunta e a abordagem do nível regional para o nível global e o nível nacional. Criada em 2003, a REDLAC se baseia na presença de organizações regionais no Panamá, inspirada pelo Comitê Permanente Interagências (IASC). Na REDLAC, as organizações trabalham para fortalecer as capacidades e competências...Leia mais >>>
"O Grupo Regional sobre Riscos, Emergências e Desastres para a América Latina e o Caribe (REDLAC) é uma plataforma de coordenação regional para a preparação e resposta a desastres, que surgiu como uma forma de impulsionar a compreensão e a análise conjunta e a abordagem do nível regional para o nível global e o nível nacional. Criada em 2003, a REDLAC se baseia na presença de organizações regionais no Panamá, inspirada pelo Comitê Permanente Interagências (IASC). Na REDLAC, as organizações trabalham para fortalecer as capacidades e competências técnicas a fim de melhorar a resposta regional a desastres através de uma abordagem setorial. REDLAC facilita uma melhor coordenação, preparação e troca de informações e facilita o estabelecimento de um diálogo permanente."
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"RMRP 2020 - FOR REFUGEES AND MIGRANTS (Inglês)"

2019 Response for Venezuelans (R4V) Ação Humanitária

Em outubro de 2019, mais de 4,5 milhões de refugiados, refugiadas, e migrantes da Venezuela estavam fora de seu país de origem, com 3,7 milhões somente na região. Segundo as tendências atuais, estima-se que o número de refugiados, refugiadas, e migrantes da Venezuela incluídos nos números oficiais do governo em países da América Latina e do Caribe chegará a 5,5 milhões até o final de 2020. Neste contexto, este RMRP 2020 é o resultado de um planejamento de campo, reunindo 137 organizações interessadas, em consulta com governos anfitriões, socied...Leia mais >>>
Em outubro de 2019, mais de 4,5 milhões de refugiados, refugiadas, e migrantes da Venezuela estavam fora de seu país de origem, com 3,7 milhões somente na região. Segundo as tendências atuais, estima-se que o número de refugiados, refugiadas, e migrantes da Venezuela incluídos nos números oficiais do governo em países da América Latina e do Caribe chegará a 5,5 milhões até o final de 2020. Neste contexto, este RMRP 2020 é o resultado de um planejamento de campo, reunindo 137 organizações interessadas, em consulta com governos anfitriões, sociedade civil e instituições religiosas, comunidades locais, doadores, assim como os próprios refugiados, refugiadas e migrantes com o objetivo comum de atender às necessidades humanitárias, de proteção e integração socioeconômica dos refugiados, refugiadas e migrantes da Venezuela.
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Liderança, empoderamento, acesso e proteção (LEAP) para mulheres e meninas migrantes, solicitantes de refúgio e refugiadas no Brasil

2019 ONU Mulheres Ação Humanitária

"Em 2019, com contribuição do Programa Conjunto LEAP, a resposta nacional ao fluxo migratório venezuelano tornou-se mais inclusiva quanto ao gênero e mais responsiva às necessidades diferenciadas de mulheres e meninas, homens e meninos. A Plataforma de Coordenação para Refugiados e Migrantes da Venezuela (R4V) tem apoiado a experiência dos recortes sobre gênero para analisar, aconselhar e coordenar esforços que promovam a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres na resposta humanitária. Durante o período do relatório, 8.367 mulheres m...Leia mais >>>
"Em 2019, com contribuição do Programa Conjunto LEAP, a resposta nacional ao fluxo migratório venezuelano tornou-se mais inclusiva quanto ao gênero e mais responsiva às necessidades diferenciadas de mulheres e meninas, homens e meninos. A Plataforma de Coordenação para Refugiados e Migrantes da Venezuela (R4V) tem apoiado a experiência dos recortes sobre gênero para analisar, aconselhar e coordenar esforços que promovam a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres na resposta humanitária. Durante o período do relatório, 8.367 mulheres migrantes e refugiadas venezuelanas receberam acesso a mecanismos de proteção e apoio, incluindo gestão de casos de violência baseada em gênero (VBG) e outras violações de direitos humanos, e vias de encaminhamento para serviços governamentais e não governamentais. O programa também facilitou fluxos a iniciativas de empoderamento econômico para 1.706 mulheres, e 1.351 mulheres aumentaram suas capacidades e receberam oportunidades de se envolver com atores humanitários e do poder público para moldar sua resposta humanitária através de avaliação, planejamento e implementação de iniciativas e estratégias. "
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Cartilha da Publicidade Sem Estereótipos - Um guia para criar comunicações com modelos de gênero mais evoluídos

2019 Aliança Sem Esteriótipos e ONU Mulheres Brasil Empoderamento Econômico

"A Unstereotype Alliance é uma iniciativa setorial convocada em 2017 pela ONU Mulheres globalmente com o objetivo de acabar com estereótipos de gênero prejudiciais na comunicação. É uma plataforma de discussão e ação que usa a comunicação como uma força para impulsionar mudanças positivas. Ela procura erradicar estereótipos de gênero nocivos. A Aliança se concentra no empoderamento de mulheres em toda a sua diversidade (raça, classe, idade, capacidades, etnia, religião, sexualidade, língua, educação etc.) e enfrentando a masculinidade tóxica pa...Leia mais >>>
"A Unstereotype Alliance é uma iniciativa setorial convocada em 2017 pela ONU Mulheres globalmente com o objetivo de acabar com estereótipos de gênero prejudiciais na comunicação. É uma plataforma de discussão e ação que usa a comunicação como uma força para impulsionar mudanças positivas. Ela procura erradicar estereótipos de gênero nocivos. A Aliança se concentra no empoderamento de mulheres em toda a sua diversidade (raça, classe, idade, capacidades, etnia, religião, sexualidade, língua, educação etc.) e enfrentando a masculinidade tóxica para ajudar a criar um mundo igualitário."
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A JORNADA DAS MULHERES NO MERCADO DE TRABALHO

2019 Great Place to Work Empoderamento Econômico

Foi em 2016 que surgiu a conversa que daria origem a um novo ranking da consultoria Great Place to Work. Um ranking cujo foco deveria ser a mulher no mercado de trabalho, sua ascensão a cargos de liderança e a análise de práticas das empresas, com o intuito de promover a equidade de gênero dentro do mundo corporativo. Em parceria com a ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, que acabara de lançar o Movimento HeForShe, desenvolvemos o primeiro questionário para identificar as Melhores E...Leia mais >>>
Foi em 2016 que surgiu a conversa que daria origem a um novo ranking da consultoria Great Place to Work. Um ranking cujo foco deveria ser a mulher no mercado de trabalho, sua ascensão a cargos de liderança e a análise de práticas das empresas, com o intuito de promover a equidade de gênero dentro do mundo corporativo. Em parceria com a ONU Mulheres, a entidade das Nações Unidas para Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres, que acabara de lançar o Movimento HeForShe, desenvolvemos o primeiro questionário para identificar as Melhores Empresas para a Mulher Trabalhar no Brasil, que se tornou um ranking pioneiro e ainda único no país.
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Pauta Nacional das Mulheres Indígenas

2018 ONU Mulheres Brasil Liderança e participação política

"1- Violação dos direitos das mulheres indígenas (incluindo o fim da violência contra as mulheres, mas não limitado a este tópico) 2- Empoderamento político e participação política das mulheres indígenas 3- Direito à terra e processos de retomada 4- Direito à saúde, educação e segurança 5- Direito á tradição, cultura e diálogos intergeracionais 6- Direitos econômicos das mulheres indígenas 7- Comunicação e processos de conhecimento 8- Processos de resistência 9- Sustentabilidade e financiamento 10- Formulação de uma estratégia de inci...Leia mais >>>
"1- Violação dos direitos das mulheres indígenas (incluindo o fim da violência contra as mulheres, mas não limitado a este tópico) 2- Empoderamento político e participação política das mulheres indígenas 3- Direito à terra e processos de retomada 4- Direito à saúde, educação e segurança 5- Direito á tradição, cultura e diálogos intergeracionais 6- Direitos econômicos das mulheres indígenas 7- Comunicação e processos de conhecimento 8- Processos de resistência 9- Sustentabilidade e financiamento 10- Formulação de uma estratégia de incidência política nacional e internacional para os direitos dos povos indígenas liderada pelas mulheres indígenas"
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Marco Normativo Democracia Paritária

2018 ONU Mulheres, Parlamento Latinoamericano e Caribeño Liderança e participação política

Desde a adoção da Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW, de acordo com sua sigla em inglês) de 1979, a IV Conferencia Mundial da Mulher, celebrada em Beijing, China, em 1995, a adoção dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, cujo objetivo 3 propunha promover a igualdade entre os sexos e o empoderamento da mulher, os países da América Latina e do Caribe, alcançaram progressos fundamentais para garantir os direitos das mulheres e avançar rumo á igualdade de gênero na esfera político-eleitoral....Leia mais >>>
Desde a adoção da Convenção sobre a Eliminação de todas as formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW, de acordo com sua sigla em inglês) de 1979, a IV Conferencia Mundial da Mulher, celebrada em Beijing, China, em 1995, a adoção dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, cujo objetivo 3 propunha promover a igualdade entre os sexos e o empoderamento da mulher, os países da América Latina e do Caribe, alcançaram progressos fundamentais para garantir os direitos das mulheres e avançar rumo á igualdade de gênero na esfera político-eleitoral. Esses avanços aconteceram em um contexto marcado por profundas reformas políticas, econômicas, sociais e demográficas.
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Cartilha dos Princípios de Empoderamento das Mulheres

2017 ONU Mulheres Brasil, Rede Brasil do Pacto Global das Nações Unidas (UNGC) Empoderamento Econômico

"Assegurar a perspectiva de gênero em políticas e operações existentes, assim como gerar novas políticas e estratégias para a igualdade de gênero, requer técnicas, ferramentas e práticas. O Pacto Global das Nações Unidas (UNGC) e a ONU Mulheres elaboraram, em um processo consultivo internacional que incluiu várias partes interessadas, uma perspectiva de gênero por meio da qual os negócios podem investigar e analisar as atuais iniciativas, metas e práticas de elaboração de relatórios. Baseados em práticas empresariais reais, os Princípios ajudam...Leia mais >>>
"Assegurar a perspectiva de gênero em políticas e operações existentes, assim como gerar novas políticas e estratégias para a igualdade de gênero, requer técnicas, ferramentas e práticas. O Pacto Global das Nações Unidas (UNGC) e a ONU Mulheres elaboraram, em um processo consultivo internacional que incluiu várias partes interessadas, uma perspectiva de gênero por meio da qual os negócios podem investigar e analisar as atuais iniciativas, metas e práticas de elaboração de relatórios. Baseados em práticas empresariais reais, os Princípios ajudam as empresas a adaptar as políticas e práticas existentes ou a estabelecer outras novas para concretizar o empoderamento das mulheres. Os Princípios também consideram os interesses dos governos e da sociedade civil e apoiam as interações com as partes interessadas, uma vez que alcançar a igualdade de gênero requer a participação de todos e todas. Enquanto líder na igualdade de gênero e empoderamento das mulheres, a ONU Mulheres traz mais de três décadas de experiência para esse esforço. Já o Pacto Global das Nações Unidas e? a maior iniciativa mundial de cidadania corporativa, contando com a participação de mais de 12.000 signatários sendo 8.000 empresas em mais de 170 países."
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Vamos conversar? Cartilha para o Enfrentamento à Violência contra as Mulheres

2016 Secretaria Adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, Ministério Público, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e ONU Mulheres Brasil Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

A Secretaria Adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e a ONU Mulheres Brasil lançaram, no Dia Internacional da Mulher de 2016, a cartilha “Vamos conversar?” para enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres. Com criação de arte da designer feminista Carol Rossetti e apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos, a publicação é resultado de um trabalho coletivo para a divulgação de informações sobre o fenô...Leia mais >>>
A Secretaria Adjunta de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos do Distrito Federal, o Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e a ONU Mulheres Brasil lançaram, no Dia Internacional da Mulher de 2016, a cartilha “Vamos conversar?” para enfrentamento da violência doméstica e familiar contra as mulheres. Com criação de arte da designer feminista Carol Rossetti e apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos, a publicação é resultado de um trabalho coletivo para a divulgação de informações sobre o fenômeno da violência doméstica e familiar contra as mulheres, a Lei Maria da Penha e e está voltada à garantia de direitos das mulheres.