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Ferramenta de Avaliação Rápida da ONU Mulheres para Avaliação de Resultados em Igualdade de Gênero e Empoderamento das Mulheres em Contextos Humanitários

2020 ONU Mulheres Ação Humanitária

"A ferramenta de avaliação rápida tem dois elementos: uma ferramenta de coleta de dados (no Excel) e este guia de orientação que a acompanha. A ferramenta de avaliação rápida fornece uma avaliação mais ágil do progresso quanto aos resultados do GEWE do que avaliações padrão, de modo a permitir que as/os agentes humanitárias/os façam ajustes em tempo real às intervenções quando e onde necessário. A aplicação da ferramenta na ONU Mulheres contribuirá para fortalecer os processos de monitoramento e avaliação, de modo a adaptar ainda mais a program...Leia mais >>>
"A ferramenta de avaliação rápida tem dois elementos: uma ferramenta de coleta de dados (no Excel) e este guia de orientação que a acompanha. A ferramenta de avaliação rápida fornece uma avaliação mais ágil do progresso quanto aos resultados do GEWE do que avaliações padrão, de modo a permitir que as/os agentes humanitárias/os façam ajustes em tempo real às intervenções quando e onde necessário. A aplicação da ferramenta na ONU Mulheres contribuirá para fortalecer os processos de monitoramento e avaliação, de modo a adaptar ainda mais a programação humanitária aos resultados. Também aumentará a capacidade das/os parceiras/os (incluindo avaliadoras/es) de fornecer avaliações rápidas e imediatas para garantir uma resposta humanitária ética e responsiva a gênero."
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Diretrizes sobre a Inclusão de Mulheres e Meninas da Resposta à Pandemia Covid-19: Informe 3 - COVID-19, Eleições Municipais de 2020 e Desafios para as Candidaturas de Mulheres

2020 ONU Mulheres Brasil Governança

As mulheres vem demonstrando excepcional liderança nas respostas a pandemia de COVID-19, representando 70% das/os trabalhadoras/es no setor social e de saúde globalmente. No entanto, são sistematicamente excluídas dos órgãos de tomada de decisão da saúde publica, que determinam os protocolos de emergência necessários para preservar vidas. Em circunstancias \'normais\', antes da crise sanitária, as mulheres já enfrentavam múltiplos desafios para alcançar funções na vida politica e publica. No Brasil, elas correspondem a 52,5% das pessoas registr...Leia mais >>>
As mulheres vem demonstrando excepcional liderança nas respostas a pandemia de COVID-19, representando 70% das/os trabalhadoras/es no setor social e de saúde globalmente. No entanto, são sistematicamente excluídas dos órgãos de tomada de decisão da saúde publica, que determinam os protocolos de emergência necessários para preservar vidas. Em circunstancias \'normais\', antes da crise sanitária, as mulheres já enfrentavam múltiplos desafios para alcançar funções na vida politica e publica. No Brasil, elas correspondem a 52,5% das pessoas registradas como eleitoras, porem menos de 15% das/os representantes eleitas/os. O pais ocupa a 154a posição do ranking mundial de mulheres em cargos ministeriais e o 142o lugar do ranking de representação parlamentar. Na América Latina, fica á frente apenas das Bahamas (152%), de Belize (170o) e do Haiti (188o).
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Diretrizes sobre a Inclusão de Mulheres e Meninas da Resposta à Pandemia Covid-19: Informe 2 - MULHERES NEGRAS E COVID-19

2020 ONU Mulheres Brasil Governança

Até 13 de outubro de 2020, foram confirmados 5.113.628 casos acumulados de COVID-19 e 150.998 mortes no Brasil1. Entre os casos identificados, a COVID-19 se mostra mais mortal entre pessoas negras (pretas e pardas, segundo categorias utilizadas pelo IBGE e pelo Sistema Único de Saúde). Os dados disponíveis indicam que as/os afrodescendentes compõem a maior parte da força de trabalho empobrecida do Brasil, têm menos acesso a saneamento adequado e segurança alimentar e representam a maioria das pessoas que foram à óbito em decorrência da infecção...Leia mais >>>
Até 13 de outubro de 2020, foram confirmados 5.113.628 casos acumulados de COVID-19 e 150.998 mortes no Brasil1. Entre os casos identificados, a COVID-19 se mostra mais mortal entre pessoas negras (pretas e pardas, segundo categorias utilizadas pelo IBGE e pelo Sistema Único de Saúde). Os dados disponíveis indicam que as/os afrodescendentes compõem a maior parte da força de trabalho empobrecida do Brasil, têm menos acesso a saneamento adequado e segurança alimentar e representam a maioria das pessoas que foram à óbito em decorrência da infecção pela COVID-19. A crise da pandemia acentua desigualdades de gênero e raça, em todas as dimensões da vida social. Considerando isso, a resposta imediata e os planos de recuperação a médio e longo prazos devem incluir tanto a coleta e análise de dados desagregados por raça/cor, quanto contemplar as necessidades específicas da população negra. A adoção de medidas preventivas2, deve considerar as condições de vida desse grupo majoritário da população brasileira, contribuindo para a eliminação das desigualdades raciais.
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Diretrizes sobre a Inclusão de Mulheres e Meninas da Resposta à Pandemia Covid-19: Informe 1 - OS IMPACTOS DA PANDEMIA DE COVID-19 PARA AS MULHERES INDÍGENAS NO BRASIL

2020 ONU Mulheres Brasil Governança

Até o dia 13 de outubro de 2020, havia 30.190 casos confirmados de COVID-19 entre povos indígenas no Brasil, e 458 mortes. O avanço da pandemia de COVID-19 representa uma ameaça à extinção dos povos indígenas, e muitos/os permanecem desprotegidos/os. Os povos indígenas em geral, e as mulheres e meninas indígenas em particular, estão sujeitos a elevadas taxas de pobreza e insegurança alimentar, e enfrentam dificuldades no acesso a água tratada e saneamento, serviços de saúde, educação e participação na vida política. A invasão de terras indígena...Leia mais >>>
Até o dia 13 de outubro de 2020, havia 30.190 casos confirmados de COVID-19 entre povos indígenas no Brasil, e 458 mortes. O avanço da pandemia de COVID-19 representa uma ameaça à extinção dos povos indígenas, e muitos/os permanecem desprotegidos/os. Os povos indígenas em geral, e as mulheres e meninas indígenas em particular, estão sujeitos a elevadas taxas de pobreza e insegurança alimentar, e enfrentam dificuldades no acesso a água tratada e saneamento, serviços de saúde, educação e participação na vida política. A invasão de terras indígenas para extração de madeira, o garimpo e outras atividades ilegais prejudicam os esforço de distanciamento social destas comunidades, e podem ser acompanhadas da aplicação sistemática de violência e de discriminação, que frequentemente possuem como principal alvo as mulheres e meninas. Globalmente, mulheres indígenas são particularmente vulneráveis a violência sexual.
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SERVIÇOS DE SAÚDE

2020 ONU Mulheres Brasil Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

SERVIÇOS DE SAÚDE | SUMÁRIO DE DIRETRIZES PARA ATENDIMENTO EM CASOS DE VIOLÊNCIA DE GÊNERO CONTRA MENINAS E MULHERES EM TEMPOS DA PANDEMIA DA COVID-19
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SERVIÇOS DE ABRIGAMENTO

2020 ONU Mulheres Brasil Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

SERVIÇOS DE ABRIGAMENTO | SUMÁRIO DE DIRETRIZES PARA ATENDIMENTO EM CASOS DE VIOLÊNCIA DE GÊNERO CONTRA MENINAS E MULHERES EM TEMPOS DA PANDEMIA DA COVID-19
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Etapas do Atendimento

2020 ONU Mulheres Brasil Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

Orientações para o atendimento em tempo de COVID-19
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SERVIÇOS POLICIAIS

2020 ONU Mulheres Brasil Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

SERVIÇOS POLICIAIS | SUMÁRIO DE DIRETRIZES PARA ATENDIMENTO EM CASOS DE VIOLÊNCIA DE GÊNERO CONTRA MENINAS E MULHERES EM TEMPOS DA PANDEMIA DA COVID-19
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Briefing Diretrizes para Atendimento em Casos de Violência de Gênero contra Meninas e Mulheres em Tempos da Pandemia Covid 19

2020 ONU Mulheres Brasil Prevenção e Fim da Violência contra as Mulheres

"Com o objetivo de fortalecer a resposta para o enfrentamento á violência de gênero contra meninas e mulheres durante a Pandemia de COVID-19, a ONU Mulheres elaborou o presente documento com orientações e recomendações práticas para auxiliar na reorganização do atendimento remoto e presencial e garantir o acesso das mulheres às medidas cabíveis às situações de violência que estejam vivenciando. Diante desse cenário que é mundial e assume diferentes configurações locais, as Nações Unidas e outras entidades internacionais alertaram para a importâ...Leia mais >>>
"Com o objetivo de fortalecer a resposta para o enfrentamento á violência de gênero contra meninas e mulheres durante a Pandemia de COVID-19, a ONU Mulheres elaborou o presente documento com orientações e recomendações práticas para auxiliar na reorganização do atendimento remoto e presencial e garantir o acesso das mulheres às medidas cabíveis às situações de violência que estejam vivenciando. Diante desse cenário que é mundial e assume diferentes configurações locais, as Nações Unidas e outras entidades internacionais alertaram para a importância em considerar a perspectiva de gênero em todas as medidas para a contenção do novo coronavírus, lembrando que as mulheres sofrem de forma desproporcional os impactos das crises econômicas e sociais, que a estrutura patriarcal das sociedades mantêm ativa a divisão sexual do trabalho que se expressa na distribuição desigual das atividades de cuidado e organização doméstica sobre as mulheres e trazem consigo a intensificação da violência contra meninas e mulheres em ambiente doméstico e familiar"
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DIRECTORY OF ORGANIZATIONS: Regional Group on Risks, Emergencies and Disasters for Latin America and the Caribbean (Inglês)

2019 The Regional Group on Risks, Emergencies and Disasters for Latin America and the Caribbean (REDLAC) Ação Humanitária

"O Grupo Regional sobre Riscos, Emergências e Desastres para a América Latina e o Caribe (REDLAC) é uma plataforma de coordenação regional para a preparação e resposta a desastres, que surgiu como uma forma de impulsionar a compreensão e a análise conjunta e a abordagem do nível regional para o nível global e o nível nacional. Criada em 2003, a REDLAC se baseia na presença de organizações regionais no Panamá, inspirada pelo Comitê Permanente Interagências (IASC). Na REDLAC, as organizações trabalham para fortalecer as capacidades e competências...Leia mais >>>
"O Grupo Regional sobre Riscos, Emergências e Desastres para a América Latina e o Caribe (REDLAC) é uma plataforma de coordenação regional para a preparação e resposta a desastres, que surgiu como uma forma de impulsionar a compreensão e a análise conjunta e a abordagem do nível regional para o nível global e o nível nacional. Criada em 2003, a REDLAC se baseia na presença de organizações regionais no Panamá, inspirada pelo Comitê Permanente Interagências (IASC). Na REDLAC, as organizações trabalham para fortalecer as capacidades e competências técnicas a fim de melhorar a resposta regional a desastres através de uma abordagem setorial. REDLAC facilita uma melhor coordenação, preparação e troca de informações e facilita o estabelecimento de um diálogo permanente."